Segunda-feira
Jan232012

Hyperpulp # 2 - Jan. 2012 - no ar!

O segundo número de Hyperpulp já está online e pode ser baixado aqui.

Nesta edição/ In this issue:

A Sad Affair in Verbatim City  -  Liam Sharp    
Um Triste Caso em Verbatim City  -  Liam Sharp 
Pervert  -  C. C. Finlay
Pervertido  -  C. C. Finlay
The Heart of the Overchild  -  Daniel Pearlman
O Coração da Supracriança  -  Daniel Pearlman
Interview  - Gallery /
Entrevista - Galeria -  Paul Madonna
Tenth Orbit  -  Gustavo Bondoni
Décima Órbita  -  Gustavo Bondoni
The Really Dangerous Game  -  Carlos Orsi
O Jogo Realmente Perigoso  -  Carlos Orsi
Butterfly Skin  -  Berit Ellingsen
Pele de Borboleta  -  Berit Ellingsen

 

Versões para iPad e Kindle das duas primeiras edições serão adicionadas em breve.

A partir deste número 2, Hyperpulp deixa de ser trimestral e passa a sair três vezes ao ano, nos meses de janeiro, maio e setembro. Isso acontece por dois motivos: fomos otimistas em relação ao nosso tempo hábil para ler, selecionar, traduzir e editar os seus contos, além de criar o layout da revista, diagramar, divulgar, etc. Somos um staff muito reduzido e todos temos day jobs. Criamos a Hyperpulp por profundo amor à literatura e à arte em geral. Adoraríamos que a revista fosse mensal, mas para manter o nível de qualidade que tentamos levar para a revista optamos por torná-la quadrimensal. Com isso, Hyperpulp fica maior: esta edição possui um conto a mais e as próximas deverão ser maiores.

O segundo motivo é que subestimamos o volume de contos enviados. Temos recebido uma espantosa quantidade de material, de várias partes do mundo. É um imenso prazer ler suas histórias e traduzir para o português as que selecionamos. Pedimos a ajuda de vocês para que divulguem a Hyperpulp. Falem da revista para seus amigos escritores, artistas e leitores. E, claro, enviem seu material. Queremos fazer essa ponte entre os autores e leitores de língua inglesa e os de língua portuguesa.

A partir da edição 3, aceitaremos colaborações de não-ficção. Artigos ou resenhas voltados para a literatura especulativa e a arte alternativa – e seus inúmeros temas-satélite. Mandem seus textos.

Esperamos que gostem da edição 2. Boa leitura e bom 2012!

 

Alexandre Mandarino

Editor-Chefe

REVISTA HYPERPULP

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The second issue of Hyperpulp is online and can be downloaded here.

iPad and Kindle versions of the first two editions will be added soon.

From this number two, Hyperpulp is no longer quarterly and will go out three times a year, in January, May and September. This is happenning for two reasons: we were optimistic about our time to read, select, translate and edit your stories, and create the magazine's layout, post about it on the web et al. We are a very small staff and we all have day jobs. Hyperpulp was created out of deep love for literature and art in general. We'd love to be a monthly magazine, but in order to keep the level of quality we want for it we decided to make it quadrimonthly (and, also, this is a lovely word). So, Hyperpulp grew: this edition has more stories and translations and the next will be bigger.

The second reason is that we underestimated the volume of short stories submitted. We have received an astounding amount of material from various parts of the world. It is a pleasure to read the stories we select and translate them into Portuguese. We ask for your help to spread the word about Hyperpulp. Please, talk about the magazine to your friends and to the writers, artists and readers you know. And of course, send your material. We want to make that bridge between English and Portuguese speaking authors and readers.

From the third edition, we'll also accept non-fiction contributions. Articles and reviews focused on speculative literature and alternative art - and their many satellite issues. Send your texts.

We hope you enjoy the second edition. Good reading and good 2012!


Alexandre Mandarino

Editor-in-Chief

HYPERPULP MAGAZINE

Terça-feira
Dez132011

CineOlho no MAC - Sessão Poesia com A Obscena Senhora Silêncio

Cineclube CineOlho no MAC - Sábado, 17/12/2011 - 16:30, entrada gratuita.

Teaser em vídeo da sessão

Sessão Poesia, com filmes homenageando dois nomes importantíssimos da escrita brasileira e, com certeza, mundial. Manoel de Barros e Hilda Hilst. Do Pantanal Mato-grossense vem a principal inspiração daquele que um dia escreveu "Descobri que servia era pra aquilo: Ter orgasmo com as palavras."

Um filme que marcou época, com a presença de Rubem Corrêa, ícone do teatro, e Ney Matogrosso em uma de suas ricas incursões pelo cinema. “Caramujo-flor” procura em seu experimentalismo traduzir o universo imagético de Barros.

Bem mais recente, (2008) com a história de Wenceslau, Adalberto Muller se detém em momentos de uma provável infância de um Manoel que começa o seu aprendizado de poesia a partir do convívio com seu avô, aparentemente “descolado” da realidade que o cerca.

Dor arredores rurais de Capinas vamos ao encontro de Hilda Hilst, escritora fenomenal e com uma história de vida incrivelmente rica, que passa até por contatos com o “outro mundo”. Cultora de um comportamento recluso a partir de seu auto-exílio na chácara  onde viveu até a morte em 2004, Hilda não gostava de dar entrevistas e aqui ela compartilha momentos de pura intimidade, bem à vontade com seu cigarrinho e cálice de vinho..

Debate após a sessão com a presença  dos realizadores.

"Caramujo-flor", de Joel Pizzini (20 min., 1988) - Ensaio de ficção poética que reinventa o itinerário da poesia de Manoel de Barros, a partir de uma colagem de fragmentos sonoros e visuais. Com Ney Matogrosso, Rubens Corrêa

"Wenceslau e a árvore do Gramofone", de Adalberto Muller (15 min., 2008) - Baseado em poemas de Manoel de Barros, conta a história do menino Wenceslau, que descobre o mundo por meio dos escritos de sue avô. 

"A Obscena Senhora Silêncio" (15 min, 2010), de Leandra Lambert, A. Gwaz 
Devaneio poético-visual em torno do universo da escritora Hilda Hilst, com depoimentos raros, daquela que se dizia moradora "da torre de capim" e que um dia definiu deus como "superfície de riso ancorada no nada". 

A sessão tem início às 16:30, com entrada franca e terá debate ao final com a presença dos realizadores.

MAC – Niterói

Mirante da Boa Viagem, s/n

Sábado 17 de dezembro

Início: 16:30h

Senhas a partir das 16h. Entrada Franca.

Realização MAC/Campus Avançado

Apoio ASCINE-RJ – CNC – Programadora Brasil – Cine France

Coordenadores: Marco Brandt e Leandro Almeida

Quarta-feira
Dez072011

A Obscena no Primeiro Plano

O curta A Obscena Senhora Silêncio, com Hilda Hilst, foi selecionado, junto a outros 22 curtas, para a competitiva nacional do Festival Primeiro Plano, em Juiz de Fora. Rolou na quinta-feira passada, dia 1/12. Fui convidada pelo festival e fiquei lá até Domingo. Povo muito gente boa, ótimas sessões, muito bom ter participado. Então é o seguinte: fez seu primeiro filme na faculdade, nas ruas, na vida? Fez em 35mm com uma baita produção e grana do governo ou fez no esquema custo-zero e cine-olho, com câmera digital emprestada na mão e edição caseira? É ficção narrativa clássica, documentário desvairado, filme infantil ou totalmente adulto? Gay, L, bi, hetero macho, hetero mulherzinha ou trans? Não interessa, se for bom, manda pra lá que vale a pena! Participar já é um prêmio.

http://www.primeiroplano.art.br/

A Obscena no Festival

 

Terça-feira
Out182011

Cidade e Desaparecimento 

Abertura da exposição coletiva na quarta, 19/10/2011, às 19h.

Local: Centro Cultural da Justiça Federal - Av. Rio Branco, 241 - Cinelândia - Rio

Exposição: de 20/10 a 27/11, nas galerias do primeiro andar.



"O desaparecimento presente nesta exposição não implica uma retirada qualquer, tampouco sugere um lamento nostálgico em prol de uma cidade idealizada. Nas obras aqui reunidas, observa-se um vivo interesse pela cidade tal qual ela se apresenta, repleta de desafios, que a arte, e apenas ela - compreendida como poderosa tecnologia de apropriação, registro e transformação afetiva de signos pré-existentes – é capaz de enfrentar.

Lugar de saberes diversos, máquina de visão e de enunciação, a cidade subordina seus sujeitos aos modos de vida previstos pela ordem do capitalismo pós-industrial, mas ela também admite processos imprevistos de subjetivação. A possibilidade de encontrar essas brechas e imprevisibilidades é a aposta dos trabalhos apresentados em Cidade e Desaparecimento. Nesta exposição, a cidade é vivida como um laboratório de atritos produtivos, geografia e paisagem, história e memória, experiências radicais de sociabilidade urbana.

Com efeito, a cidade deixa marcas nos corpos dos indivíduos, constituindo suas percepções genéricas, suas ações familiares, não fossem os investimentos em outros modos de ver e agir do poeta urbano. As imagens da série Peles de Mariana Katona apresentam outras marcas, aquelas produzidas pelos gestos corriqueiros, mas singulares de abaixar e pressionar o corpo nas reentrâncias dos monumentos e das calçadas, dando origem a um delicado e efêmero palimpsesto em registros fotográficos.

São outras visibilidades que se produzem na exposição Cidade e desaparecimento. Nas fotografias de Cristiano Lopes, Janela Indiscreta, a observação da cidade, enquadrada nos vidros de textura canelada, mostra-se ávida por estímulos sensoriais intensos, afirmando um olhar vouyeristíco e corpóreo. Em Quando o céu vir a mar, Daniela Seixas eleva nosso olhar, ansioso de estabilidade, em direção às nuvens. Seu monitor de televisão, instalado sobre a porta da galeria, nos oferece uma paisagem aérea e liquefeita, atualizando o desafio de séculos da pintura, bem como aquela incerteza do mundo encontrada em certas imagens de Guignard. É nesse diálogo com a pintura que investe ainda Isabel Carneiro ao mostrar, em seu vídeo Borderline, os próprios passos caminhando ao longo de uma linha amarela que divide o asfalto. Ao operar uma mudança de perspectiva, e, ao mesmo tempo, repetir o título do trabalho (dito em um tom de voz que parece emanar do pensamento), o vídeo sugere interessante estado de alteração perceptiva e emocional.

Nas fotografias de Adelaine Evaristo, Paisagem Cortante, os muros de cacos de vidro – artesanato bélico desenvolvido para proteger propriedades – convertem-se na lente pela qual vemos a cidade. Ameaçadores e íntimos, os estilhaços em suas imagens aproximam-se de uma possível experiência do sublime urbano. Se as fotos de Adelaine sugerem a tentativa de por-se ao abrigo da violência, no levantamento gráfico empreendido por Juliana Franklin, Perícia, a violência extrema irrompe na intimidade das casas. A artista nos apresenta vasta coleção de marcas de tiros, entre os quais a vida insiste e resiste. Seu trabalho parte de um intenso envolvimento em comunidades tais como Maré, Fallet, Alemão, Santa Marta, entre outras.

A experiência cartográfica absorve a imaginação de alguns dos artistas dessa exposição. Dirigindo nosso olhar ao asfalto, com Infiltração, Marina Fraga remete à potência poética dos mapas, descrevendo veios e rachaduras em suas paisagens fluviais realizadas a partir do registro do desgaste entrópico das nossas ruínas urbanas. Apostando na escuta da cidade, Leandra Lambert constrói uma geografia sonora carregada de signos e sedimentos. Acumulando as camadas da cidade e o atrito do mundo, Cidade apagada é um poema sonoro que acredita na descontinuidade produtiva entre os sentidos da visão e da audição.

Outra ciência é ainda absorvida por Jacqueline Siano de maneira singular, ao apresentar uma paisagem antropológica com seu vídeo instalado numa vitrine. Sobre ilhas e pontes articula um olhar crítico sobre os modos de expor que a Modernidade inventou para os saberes diversos, incluindo os da Arte.O humor sutil surge em São Sebastião, de Valéria Medeiros. Seu vídeo mostra uma delicada “escavação”, uma espécie de “pintura às avessas”, em que a artista retira pó de grafite com um pincel e, lentamente, faz surgir a imagem do santo padroeiro. Deste modo, São Sebastião não surge dos céus, mas do “baixo”, do informe, e, apesar do esforço da artista, retém impurezas e resíduos.

Estes trabalhos foram produzidos em uma série de encontros realizados ao longo de dois anos, em que foi discutido o tema título desta exposição, num processo de apresentações, discussões, debates e algumas leituras. Em Cidade e Desaparecimento, o Projeto Arquivar – laboratório de experiências artísticas do PPGARTES/ UERJ – tem a alegria de apresentar parte do resultado das pesquisas desenvolvidas no grupo."

Luiz Cláudio da Costa e Leila Danziger

Sexta-feira
Ago262011

TROCO SONS no Parque Lage


Depois de mais de um mês no Parque Lage, nesse fim de semana chega ao fim a coletiva Cotidiano e Mobilidade. Na sexta, entre 19h e 22h, paralelamente ao Cine Lage com o Filé de Peixe, estaremos por lá comemorando e esperando alguns amigos que ainda não viram a exposição, que querem rever e reouvir, etc. Também realizarei pela primeira vez a performance TROCO SONS; e Jac Siano irá realizar uma ação com suas serigrafias.

Vamos trocar?!

Sexta-feira
Ago262011

Centri-fuga-ação


Até 19 de setembro de 2011.

O Sobrado 70 é um espaço cultural aberto recentemente que propõe a
troca de conhecimentos entre diferentes áreas, com o intuito de
estimular a produção e divulgação de trabalhos inventivos. Mesmo
partindo do conceito de Galeria-Ateliê, o Sobrado não pretende se
restringir, mas sim alargar essa categoria de espaço artístico para se
tornar um local onde tudo pode ser produzido, estudado, exposto,
criado. A interseção dessas múltiplas esferas se dá no
experimentalismo e na criatividade. Apresentamos a I Exposição
Coletiva no Sobrado.

 

Sexta-feira
Ago262011

novas no blog

Não sei onde estava com a cabeça quando inventei de criar dois blogs num mesmo site - pareceu lógico na época. Assim como às vezes parece lógico guardar um relógio no congelador. Daí que as novidadades estarão no blog  - e em breve eu junto tudo que está "aqui" com as coisas que estão por lá. Faz um pouquinho mais de sentido.

Quarta-feira
Jul202011

Abertura de exposição coletiva sexta, 22/07, no Parque Lage, às 19h.

Cotidiano e Mobilidade - Abertura nessa sexta - com performance, coquetel e som bacana.

Quarta-feira
Fev232011

Dia desses no Plano B

Já com vontade de tocar de novo, só isso. :-)

 

Quinta-feira
Jan272011

Improviso no Plano B

Apenas para registrar o improviso que já rolou no Plano B... e foi bacana. Fstorres, Leandra Lambert e Flávia Goo, com a participação da querida e sonora Geni. Em breve disponibilizarei alguma coisa em áudio e vídeo. Um pouco mais sobre os improvisantes no blog do Plano B.

A brincadeira "Geni" surgiu da Cortina de Ruínas e já está rendendo outras ideias. Na verdade, passou a ser o protótipo de algo mais legal. Mais completinho. Xuxu beleza, tomate maravilha, brócolis purpurinado!

Kaoss Pad 1, Micron e Geni no Plano B Lapa.